sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Viver, não é só sobreviver.

 Quando muito se fala na eficiência e na sua importância no contexto atual esquecem-se valores que deveriam já ser encarados como obrigatórios para a sociedade em geral: o bem comum, o interesse comum/público, a satisfação de necessidades coletivas, entre outros.
 Estamos perante uma profunda alteração global do modo de viver, de governar, de prestar serviços e  deparamos-nos com uma transferencia de determinadas funções do Estado para o mercado, ocorre então uma total transformação na definição de serviço público, passando essa necessidade para o privado. Fica assim o bem comum esquecido? Isto é, restará apenas ás pessoas sobreviver ou terá o mercado a perceção de que necessita a sociedade precisa de poder de compra e de escolha? Conseguirá o privado e de certo modo a sociedade promover a sociedade social sem a presença do Estado? Esse será sem dúvida um grande desafio para o futuro. O passado diz-nos que não.
  Se o Estado após décadas de intervencionismo não conseguiu melhorar a vida das pessoas de forma sustentada conseguirá o privado?

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